Livros

A censura onde menos se espera

Soube, no outro dia, através do blog Caldeirão Voltaire, que as Livrarias Bulhosa suspenderam um funcionário que esteve presente numa manifestação na Feira do Livro de Lisboa 2012, por este ter declarado à SIC que os funcionários do grupo estavam com os salários em atraso e subsídios por pagar.

Sempre pensei que uma livraria seria sempre um baluarte da palavra e da liberdade de expressão, mas suponho que o povo tenha razão, mais uma vez: Em casa de ferreiro, espeto de pau.

Sobre o tema é ainda importante indicar o artigo de Jaime Bulhosa, um dos fundadores das referidas livrarias (mas não seu actual proprietário) e proprietário da livraria Pó dos Livros, onde este defende o seu nome e explica a história da Bulhosa.

 

Hugo Picado de Almeida

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