Crise, Política

O lapso colectivo

Para pensar: Será que as pessoas ouvem o que fazemos ou que vêem o que dizemos?

Na dúvida, o melhor é adequarmos aquilo que fazemos àquilo que dizemos, não vá acontecer aquilo que aconteceu ao Governo, a.E. e d.E., ou seja, antes de Eleição e depois de Eleição: afinal, subiram-se os impostos, houve cortes salariais muito além-troika, outros tantos despedimentos, etc.

São, porém e certamente, apenas “lapsos”, como o “lapso” colectivo que agora surge diante de nós, partilhado por Vítor Gaspar, Miguel Relvas e Maria Luísa Albuquerque (secretária de Estado do Tesouro) sobre a reposição dos 13º e 14º meses em 2013.

É que às vezes as pessoas ouvem mesmo o que é dito – ainda que os políticos pareçam muitas vezes persuadidos do contrário −, e esperam – obviamente porque usam de alguma loucura – que as acções dos políticos correspondam às suas palavras.

Ouvir o que é feito e ver o que é dito pode apenas ser o sonho de um político como os que actualmente se nos apresentam, pois isso já não é ouvir ou ver coisa alguma.

 

Hugo Picado de Almeida

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