Livros

O Cortejo

Hoje em dia tudo está ligado, mas as plataformas são mais que muitas. O perigo, hoje, não é tanto o de não estar informado, mas sobretudo o de estar tão informado que algo acaba por nos passar, inevitavelmente, ao lado; a máquina na rede que tudo apanha está à nossa frente, nas nossas mãos sobre o teclado, e não dentro de nós.

Assim, tentando potenciar aquilo que me cabe a mim, primeiramente, dar a conhecer – e com um pedido de desculpas aos mais cautos ou mais sortudos internautas que já avistaram esta informação -, aproveito este espaço para anunciar a publicação de um livro de ficção da minha autoria, intitulado O Cortejo (editado pela Chiado Editora). Para o adquirirem poderão desde já contactar-me directamente a mim ou, em alternativa, esperar que chegue às livrarias; ainda não há data certa, mas espera-se que brevemente.

Convido-vos a seguir a respectiva página no facebook (esta aqui) para que possam ir descobrindo mais sobre a obra, e receber as notícias sobre a chegada às livrarias, sessão de lançamento, etc.

Numa tentativa para vos aguçar a curiosidade – que parece ter essa afinidade com os objectos cortantes – deixo-vos aqui o texto da contracapa, escrito pelo Bruno Falcão Cardoso:

«Quando, pela manhã, Amin sai à rua para dar início à sua rotina elucubrativa de escritor, depara-se com uma intrigante dupla de indivíduos que lhe captam a curiosidade. Ao encetar uma perseguição àquelas duas misteriosas figuras, que logo descobre serem personagens suas, Amin vê-se mergulhado numa teia de complexas idiossincrasias, onde a realidade e a metáfora se unem para teatralizar a composição do sentido.

Enredado por personagens mirabolantes e surpreendentes, Amin perde-se por entre o labiríntico mundo da palavra e da escrita, cruzando-se com o azarado Yaniv, a atraente Anoush, e Emil, o coxo.

De um humanismo assinalável, arrebatado no crivo de Hugo Picado de Almeida e extensível à sua obra, O Cortejo compõe de forma sublime a angústia e a necessidade da criação artística, o sofrimento íntimo e a frustração amorosa, onde o mundo do ficcionado se funde no sentimento à flor da pele.

O Cortejo retrata o mundo das nossas vidas, pulando a fronteira superficial que o sentido comum encobre a si mesmo, e deixando à mercê do leitor o âmago espremido de uma visão que poderia apenas ser narrada, pois “Afinal, uma imagem só poderá valer mais do que mil palavras se houver alguém para as escrever“.»

Hugo Picado de Almeida

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